remetendo-se a uma relação diretamente proporcional...
Não sou purista, nem tão pouco sugiro o celibato financeiro.
A questão é: nem tudo se resume ao vil metal. Conheço indivíduos abastados, com renda mensal de dar inveja, envoltos em uma redoma de fictícia segurança, protegidos por blindagens, impossibilatados de desfrutar o império dourado...constantementes acometidos pelo stress da intranquilidade, inseguros dentro da própria segurança, impossibilitados de caminhar nas trilhas da despreocupação, desconfiados da própria sombra, enfim, expostos a frustração de quem parece morrer na praia.
Por outro lado, a falta do tal dindim também gera instabilidade, pois sempre existe o tal carnezinho, a roupa das crianças, aquele passeio com a família, a prestação da casa, etc... gerando rugas de preocupação, calvície de ansiedade, taquicardia, falta de ar...
Então, o que fazer? Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come?
Penso que para auxiliar esta definição, podemos pensar na qualidade de
vida como resultado de uma vida saudável, uma vida realmente saudável.
Mas aí vem outro questionamento, o que é saudável, ou, o que é uma vida
saudável?
A Organização Mundial da Saúde define que Saúde é o bem estar físico,
mental e social do indivíduo e não, tão somente, a ausência de doença.
Por este conceito, percebemos que ser saudável não depende
exclusivamente de uma boa condição física, alimentação adequada, níveis
de colesterol e açúcar no sangue controlados...como também, uma boa
posição social, cargo de destaque na empresa, carro do ano, casa na
praia, não definem saúde plena.
Por fim, no conceito da OMS, o ser saudável também passa pela harmonia
mental, ou seja, equilíbrio emocional, consciência dos próprios
limites, dissernimento dos objetivos como métrica de vida.
Portanto, podemos depreender que qualidade de vida é a condição de
estabelecer dentro de nós mesmos, a harmonia entre os três entes
apresentados, ou seja, o ser físico, o ser mental e o ser social. Eis o
grande desafio! Convivermos com as diferenças, os desejos, os sonhos,
as pessoas e seus problemas, a vontade de crescer, de estabelecer
metas...
Até onde podemos afirmar, categoricamente, que somos saudáveis na
plenitude, e com isso definir que temos uma excelente qualidade de vida?
Creio que após estas reflexões devamos nos esforçar para, dia a dia,
caminharmos de maneira consciente, sincera com nós mesmos,
aproximando-nos da boa qualidade de vida, com atividade física
adequada, esforçando-nos no crescimento profissional, mas não deixando
de perseguir a paz de espírito, a paz interior.
Afinal...sonhar não paga imposto!
Dr. Haryson Guanaes Lima, médico
Então, o que fazer? Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come?
Penso que para auxiliar esta definição, podemos pensar na qualidade de vida como resultado de uma vida saudável, uma vida realmente saudável. Mas aí vem outro questionamento, o que é saudável, ou, o que é uma vida saudável?
A Organização Mundial da Saúde define que Saúde é o bem estar físico, mental e social do indivíduo e não, tão somente, a ausência de doença. Por este conceito, percebemos que ser saudável não depende exclusivamente de uma boa condição física, alimentação adequada, níveis de colesterol e açúcar no sangue controlados...como também, uma boa posição social, cargo de destaque na empresa, carro do ano, casa na praia, não definem saúde plena.
Por fim, no conceito da OMS, o ser saudável também passa pela harmonia mental, ou seja, equilíbrio emocional, consciência dos próprios limites, dissernimento dos objetivos como métrica de vida.
Portanto, podemos depreender que qualidade de vida é a condição de estabelecer dentro de nós mesmos, a harmonia entre os três entes apresentados, ou seja, o ser físico, o ser mental e o ser social. Eis o grande desafio! Convivermos com as diferenças, os desejos, os sonhos, as pessoas e seus problemas, a vontade de crescer, de estabelecer metas...
Até onde podemos afirmar, categoricamente, que somos saudáveis na plenitude, e com isso definir que temos uma excelente qualidade de vida?
Creio que após estas reflexões devamos nos esforçar para, dia a dia, caminharmos de maneira consciente, sincera com nós mesmos, aproximando-nos da boa qualidade de vida, com atividade física adequada, esforçando-nos no crescimento profissional, mas não deixando de perseguir a paz de espírito, a paz interior.
Afinal...sonhar não paga imposto!
Dr. Haryson Guanaes Lima, médico
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