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 INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA Mantendo o que foi proposto, esta semana é do Baú da Poltrona.
Tenho lembranças muito boas desse filme, afinal se não estiver enganado foi o último filme que assisti em um cinema de bairro, melhor dizendo, no Cine Comodoro, não tenho como avaliar, mas para mim naquele momento, aquilo era o que melhor eu conhecia de projeção, mas uma coisa é bem viva na minha memória, o som, o sistema de som era ovacionado na época e pelas minhas memórias com razão.
O que era na época para ser o final de uma trilogia e que depois de muito tempo (20 anos para ser mais exato) voltou às telonas, mas como todo fechamento, ali muita coisa foi explicada, falo de INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA.
Depois que o segundo filme não agradou muito ao público ( não compartilho dessa idéia), começamos a nova aventura com Indiana ainda jovem e dai descobrimos da onde vem seus medos. Além disso, somos apresentados ao seu pai, Henry Jones, que também é arqueólogo e fascinado pela busca do Santo Graal.
Começa aqui a superioridade deste filme em relação aos outros dois, o pai de Indy é simplesmente SEAN CONNERY, a combinação de SEAN com HARRISON é simplesmente fantástica. A dupla traz o humor e a aventura na medida certa, equalizando assim o suspense da aventura com momentos de risos.
Só para citar alguns dos diálogos bacanas:
Henry Jones: Aquelas pessoas estão tentando nos matar!
Indy: Eu sei pai!
Henry Jones: Essa é uma experiência nova para mim.
Indy: Acontece comigo o tempo todo....
E por diálogos como esse, mesmo recheados de bom humor, vemos o conflito pai e filho sempre sendo usado, desde a cena em que o pai se preocupa mais com um vaso que foi quebrado do que com o próprio filho.
Isso faz essa parceria toda especial. Está tudo lá, correria, socos, ratos, cobras, nazistas e um tesouro arqueológico.
Bom, sem contar a música tema que é simplesmente de arrepiar, e serviu na minha opinião para levar legiões de fãs, mesmo tanto tempo depois as salas de cinemas, eram pais querendo mostrar aos filhos como uma aventura pode ser divertida.
Caso tenha oportunidade, assista a Última Cruzada novamente e analise como realmente é bem melhor que o último que nos foi apresentado.
Duas simples bases de análise, a cena de luta no tanque, uma cena espetacularmente bem montada, cena esta que traduz o verdadeiro espírito da aventura, e para balancear o humor, a cena onde Henry revela a origem do apelido INDIANA, simplesmente fechando com chave de ouro.
| Leandro Daher Crudo – (@lcrudo) Formado em Propaganda em Marketing,
geek de plantão, apaixonado por cinema , HQ, tecnologia e literatura.
Apesar de louco por cinema, sempre procurou uma crítica mais próxima da
emoção. |
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