Baú da Poltrona: Little Miss Sunshine
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Leandro Daher
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Direto da Redação: ParnaíbaWEB
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13 de maio de 2011 ás 10:07 horas |
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Peço minhas mais sinceras desculpa, a você leitor, pela ausência da coluna na semana que passou.
Devido uma semana atarefada demais, transferi minha rotina de trabalho para outro local durante toda a semana, causando assim a impossibilidade de escrever ou mesmo assistir alg.
Não quebrando o ritmo, venho com o Baú da Poltrona, e nele um filme um tanto novo, aqueles que são depositados por último, mas de grande valia.
Já ouviu falar que família ideal somente em propaganda de margarina, e que na sua essência nenhuma família é normal.
É exatamente esse o ponto abordado nesse delicioso filme que passa de comédia para o drama e vice e versa.
 Little Miss Sunshine A Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine), conta a história de uma família totalmente problemática, onde seus componentes são um desastre por completo. Richard (Greg Kinnear), o pai da família tenta a todo custo convencer as pessoas a comprarem seu método de alcançar o sucesso em 9 passos, uma tragédia. A família ainda se completa com um filho adolescente que fez um voto de silêncio, um avô que é usuário de cocaína, a mãe frustrada e o tio, um professor totalmente suicida.
Mas surge a esperança, quando Olive é convidada para participar de um concurso de mini modelos na Califórnia.
Daqui para frente serão três dias dentro de uma velha Kombi amarela, onde cada diferença será posta a prova.
O filme possui ligações inteligentes com a Filosofia (Dwaine, o filho, é leitor de Nietzsche) e com a Literatura daí se tem essa crítica toda a um mundo extremamente competitivo, onde a vitória a qualquer custo é o que interessa, sem contar a crítica aos lares desunidos, esses que mal cabem numa Kombi amarela. Mas também é um elogio à união que pode existir nos momentos difíceis e um exemplo de que a derrota nem sempre é o fim do mundo. Afinal de contas, a vida não se trata de vencer ou perder, mas de arriscar e vivê-la da melhor maneira possível.
Para mim o que ficou, o que eu ganhei em ver e rever esse filme é que a família por mais estranha que seja, por mais esquisita, por mais malucos que cada um pareça ser....é sempre uma família...será sempre nos seus braços que procuraremos apoio.
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Atualizado em ( 13 de maio de 2011 ás 10:09 horas )
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