CINEMA: Os Smurfs
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POLTRONA VIRTUAL - Leandro Daher
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Direto da Redação: ParnaíbaWEB
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23 de setembro de 2011 ás 19:10 horas |
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 Os Smurfs Grande parte da minha infância foi dedicada a leitura dos então gibis, videogames (o velho e bom ATARI) e a televisão. Sempre fui um cara fascinado por tv, cinema e histórias fantásticas.
Quando fiquei sabendo que as criaturinhas azuis voltariam, fiquei temeroso. Afinal mesmo sendo mágicas, passariam elas pela regra dos 15 anos, ou seja, não teriam envelhecido?
Fiquei ainda mais resistente quando soube que seria um Live-Actions, ou seja, animação contracenando com personagens reais. Confesso que não recebi com alegria a notícia.
Resisti até a última fagulha do meu caráter, mas também não poderia deixar passar a oportunidade de ver a criação do Peyo na tela grande. Fui ver SMURFS 3D.
Uma única sala, um único horário que batia com os números que apareciam no relógio do meu celular, ou seja, é agora ou nunca.
Tenho que dar o braço a torcer quanto à qualidade da animação e caracterização que estão perfeitas, mas muito bem feitas mesmo.
Os pequenos seres azuis do tamanho de duas maçãs estão perfeitos e a caracterização do Gargamel igualmente... e claro o gato Cruel com seus focinhos e bocas perfeitos.
A história é a seguinte, em uma ação desastrada do Smurf Desastrado, Gargamel e Cruel encontram a vila dos Smurfs, e o pânico toma conta das criaturinhas. Na rota de fuga, novamente por um erro do Desastrado, os Smurfs são lançados em uma passagem mágica e acabam parando em Nova York.
No Central Park, Desastrado (novamente, faz uma Smurf Burrada) entra em uma caixa e faz com que seus amigos partam para o seu resgate, apresentando aí uma bela BIG APPLE. Aventuras e outras coisas acontecem e todos acabam parando na casa do casal Patrick e Grace, que após muitos sustos e gritos, os adotam até que achem uma forma de voltar para a Vila.
Papai Smurf então descobre que para que isso aconteça a Lua azul terá que acontecer e enquanto isso não acontece, eles terão que fugir das garras de Gargamel e Cruel, que diferente do desenho dos anos 80, não quer transformá-los em ouro, mas produzir um elixir azul, capaz de dar poderes quase infinitos ao seu detentor.
E por ai se desenrola a história, que tem alguns momentos bem bacanas, quando os Smurfs juntamente com Patrick jogam videogame.
Certamente os Smurfs – o filme - não foi feito para quem foi criança lá atrás e assistiu o desenho, mas quem é criança hoje.
Você pode até acabar se divertindo e claro sair do cinema cantarolando a musiquinha e falando que foi “smurf-bacana” o filme.
| Leandro Daher Crudo – (@lcrudo ) Formado em Propaganda em Marketing,
geek de plantão, apaixonado por cinema , HQ, tecnologia e literatura.
Apesar de louco por cinema, sempre procurou uma crítica mais próxima da
emoção. |
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Atualizado em ( 23 de setembro de 2011 ás 19:16 horas )
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