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 CINEMA: Rei Leão A história é mais do que conhecida, afinal de contas é uma produção de 1994, que conta a vida e as aventuras de Simba, um jovem leão que em breve será rei.
Isso mesmo, Rei Leão voltou às telas, mas agora em 3D.
Diferente de George Lucas, o filme não sofreu alteração alguma (tirando claro, a conversão para o 3D) a história é a mesma, a fantástica trilha sonora é a mesma e a dublagem é a mesma, não tenho conhecimento se existiu alguma exibição legendada, mas aqui na região acho mesmo que só dublada, confesso que a dublagem é muito boa e sinceramente me trouxe boas lembranças.
Tudo continua como antes, tudo continua ÉPICO como da primeira vez que assisti. Todos estão ali, Mufasa, Nala, Simba e como esquecer a fantástica dupla de amigos Timão e Pumba.
E por que Rei Leão nas telas novamente?
A Disney começou um processo de “restauração” das grandes obras, como Branca de Neve, Pinóquio, entre outros. A escolha do Rei Leão, além de ser considerado pela Disney um clássico, é por ser o único (dos desenhados à mão) que foi finalizado por computação gráfica, tornando assim o trabalho de conversão, muito mais fácil e ágil. Com isso tudo, os estúdios Disney levaram nada menos que 9 meses para completar a obra.
A conversão está muito boa, diria que perfeita, a fantástica abertura com a apresentação de Simba ao reino é sensacional. A “chegada” de Zazu, a pedra do rei, faz com que o pássaro “voe” sobre a platéia, fazendo assim escutarmos o primeiro de muitos “ óóó´...” . E não foram poucos, para mim uma das mais “humanas” histórias Disney, consegue tirar lágrimas, sorrisos, e quem diria aplausos de uma platéia acostumada ao frenético ritmo das novas produções.
Rei Leão é assim, resgata o clima das velhas matinês do cinema de bairro, das fortes emoções com uma história que gira em torno de família e amizade. Não tem como não se emocionar com a música tema “O ciclo da vida” (original de Elton Jonh) ou mesmo acompanhar os simpáticos amigos, Timão e Pumba, quando cantam para Simba, a fantástica e grudenda “Hakuna Matata”.
É claro que quando colocamos Hans Zimmer e Elton John juntos não tem como dar erro, a música transformou o desenho em algo grandioso, afinal de contas expressa perfeitamente o sentimento dos personagens, além de envolver cada espectador de forma única, para cada indivíduo existe um ciclo diferente e é isso que faz Rei Leão tão especial.
Uma das muitas curiosidades, é que na época os chefões da Disney acharam que a idéia de combinar cultura africana, Hamlet e histórias bíblicas, sairia da compreensão da maioria do público, eles preferiam apostar em Pocahontas. Mas o rugido de Simba foi muito mais forte e faturou aproximadamente US$ 783 milhões no mundo todo.
Não se preocupe se não tiver nenhum pequeno para levar ao cinema, acho que a volta de Simba e companhia para as telonas agrada mais a turma dos 30 para cima do que a criançada, que assiste pela primeira vez.
Foi muito bacana ver as canções serem acompanhadas pela grande maioria no cinema, todos em uníssono entoando a trilha sonora. Para mim uma bela tarde de feriado, onde fui ver o clássico e além de tudo acompanhado pela “extinta” figura do lanterninha até o meu assento...simplesmente perfeito. Então corra, Rei Leão tem um curta exibição nos cinemas e saia da sala, como todos, saia cantando: Hakuna Matata ! É lindo dizer! / Hakuna
| Leandro Daher Crudo – (@lcrudo) Formado em Propaganda em Marketing,
geek de plantão, apaixonado por cinema , HQ, tecnologia e literatura.
Apesar de louco por cinema, sempre procurou uma crítica mais próxima da
emoção. |
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